De A a Z - Lugares que gostei - Paris - França

 Lá na Letra B eu dizia que era dúvida o lugar mais bonito que conheci, lembram? Pois é, sempre pensei nas duas cidades, Praga, na República Tcheca e Paris, na França, que segundo os grandes viajantes são as mais belas da Europa e eu, um simples turista que conheceu as duas, estava em dúvida até o momento em que cheguei a Letra P deste abecedário de lugares que gostei de conhecer. 

Não colocarei as duas cidades, seria uma traição aquele lugar que sempre digo que voltarei e que visitei em três oportunidades, 2008, 2011 e 2019 sendo que nesta terceira vez dispensei guias e mapas e, eu e Marina, fizemos todos os passeios como locais, como se por lá morássemos ou eramos nativos da Cidade Luz. 

Andamos por Paris como qualquer parisiense ou velho viajante, retormamos a Torre


Eifel, andamos pelo Rio Sena, desta vez no tour e no barco que para em todos os pontoss turísticos da cidade, visitamos o Museu D'Orçay e, claro, o Louvre, e tivemos a chance de entrar na Catedral de Notre Dame uma semana antes do grande incêndio, voltamos ao Bairro Montmartre, e ali entramos na bela e majestosa Catedral Sacre Coeur, onde vimos o pôr do sol mais simpatico do planeta terra. 

Andar por Paris é algo que nos deixa diferente, sem esnobismo, mas almoçar na Champs Elisèes, olhando o Arc do Triunf, e com gente passando sem sequer te olhar ou recriminar por estar fotografando, rindo ou até mesmo chorando de emoção ou alegria, é prazer inenarrável para qualquer turista brasuca que se aventura por terras franceses. 

Tenho ou não razões para ser um enamorado de Paris?


🇫🇷 Paris — um amor que sempre volta

PARIS

Difícil… mas inevitável.

Quando cheguei à letra P, a dúvida era grande.

Praga ou Paris?

Duas das cidades mais belas da Europa, segundo viajantes experientes — e confirmadas por mim, um simples turista que teve o privilégio de conhecer ambas.

Mas, desta vez, precisei escolher.

E escolhi aquela que sempre digo que ainda voltarei.

Paris.

Estive lá em 2008, 2011 e 2019. E foi nessa última viagem que tudo mudou: dispensamos guias, mapas e roteiros rígidos. Eu e Marina simplesmente vivemos a cidade — como se fôssemos locais.

Caminhamos sem pressa, sem obrigação, sem destino fixo.

Voltamos à Torre Eiffel, navegamos pelo Rio Sena em um barco que percorre os principais pontos turísticos, visitamos o Museu d'Orsay e, claro, o Museu do Louvre.

Tivemos ainda um momento especial: entrar na Catedral de Notre-Dame uma semana antes do incêndio que comoveu o mundo.

E, como não poderia faltar, voltamos a Montmartre, onde visitamos a imponente Basílica de Sacré-Cœur e assistimos a um dos pores do sol mais simpáticos que já vimos.

Andar por Paris transforma a gente.

Sem exagero, sem esnobismo — mas com verdade.

Almoçar na Champs-Élysées, com vista para o Arco do Triunfo, ver a vida passar sem pressa… e perceber que ninguém está preocupado com você — se está fotografando, sorrindo ou até emocionado — é uma sensação de liberdade difícil de explicar.

É Paris sendo Paris.

E você sendo, simplesmente, parte dela.

Tenho ou não razões para ser um enamorado de Paris?

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